sábado, 20 de fevereiro de 2016

Jornada Pedagógica : Escola PEC 2016

Aconteceu durante os dias 18 e 19 de Janeiro de 2016 a Jornada Pedagógica na Escola Pedro Evangelista Caminha.
Confira a Programação Logo a baixo:

13h30 min: Acolhida e Apresentações Pessoais.
14h00 min: PPP e Regimento Intnerno: Análise dos indicadores e metas alcançadas em 2015 ( número de dias letivos, número total de alunos, número de alunos aprovados e reprovados, evasão, faltas e relação professor/aluno).

16hOO min: Sugestão de metodologias alternativas para se trabalhar conteúdos escolares a partir da realidade do aluno. ( exibição do vídeo: Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto).



19 de Janeiro de 2016

13h30 min: Apresentação, debate e adequação local do calendário letivo 2016 SEDUC - PI.
14h00 min: Debate sobre a Sistemática de Avaliações e estratégias de recuperação do aluno com dificuldades de aprendizagem.
16h00min: Análise e planejamento das ações a serem desenvolvidas na escola em 2016.

Confira as fotos:

























Por : Ricardo de Moura Borges. 
Professor de Filosofia e Sociologia.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Resenha - Gestão Escolar, - Maria Cristina Munhoz Araújo

Ricardo de Moura Borges[1]


Resenha

ARAÚJO, Maria Cristina Munhoz. Gestão Escolar. Curitiba, PR: IESDE, 2009. 128p.


          O presente livro está dividido em oito capítulos, a destacar: a) A Gestão da Educação; b) O Gestor Escolar; c) Pensar e Construir uma escola; d) Organizando e estruturando a escola; e) Planejamento e avaliação institucionais; f) Gabarito; g) Referências; e por fim, h) Anotações.
            No primeiro capitulo intitulado: A Gestão da Educação a autora traz um poema de Tiago Melo, intitulado Canção para os Fonemas da alegria, e a partir deste ela aborda a necessidade que o homem tem de conhecer as coisas e o mundo ao seu redor. Demonstrando que a educação brasileira está sobre o domínio de interesses capitalistas, mas nem tudo está perdido, pois ela propõe que além da denúncia é necessário o comprometimento de um verdadeiro educador. Assim a autora mostra de forma progressiva o início da Gestão escolar como necessidade que surge em um determinado momento histórico, demonstrando as origens e concepções de seu desenvolvimento, passando para as particularidades da gestão escolar e concluindo com pontos importantes para um novo significado da Gestão Escolar.
            No segundo capítulo, temos um aprofundamento sobre as responsabilidades e exercícios do gestor escolar. Com destaque sobre o que deve fazer um gestor escolar e quem é a sua figura. Contrapondo entre o gestor escolar ideal, ou seja, o gestor desejado para que a escola tenha um bom andamento e demonstrando que este deve ser um líder com estratégias, práticas e uma boa política.
            Interessante ressaltar que a autora destaca que imbuídos em uma sociedade capitalista é necessário adaptar-se ao meio sem corromper os princípios educacionais. É preciso fazer leituras que levem a pensar sobre a educação, sem extremismos e radicalismos.
             No terceiro capítulo intitulado Pensar e Construir uma escola, a autora faz uma análise sobre o que é a escola e qual sua finalidade. Destacando a concepção política e pedagógica da escola, demonstrando que não existe educação neutra, mas que toda forma de educação é um ato político com suas intencionalidades e direcionamentos, finalizando a necessidade de uma abordagem de conhecimento da própria escola para a construção de uma nova.
            No quarto capítulo intitulado Organizando e Estruturando a Escola, a autora relata sobre organização e estrutura da escola, destacando os elementos fundamentais para que a escola exista e se desenvolva. Ela afirma que é necessária uma estrutura pedagógica, uma estrutura física, uma estrutura administrativa e uma financeira.
            No quinto capítulo intitulado Planejamento e Avaliação Institucionais, a autora esclarece a forma de planejamento a partir de princípios teóricos, colocando a importância da teoria associada à prática, deste a elaboração do planejamento educacional. Ela destaca a necessidade da avaliação institucional como ponto fundante de melhorias para a escola.
            Nos demais capítulos, Araújo demonstra gabaritos de questões feitas sobre cada capítulo onde se têm as repostas, como por exemplo, sobre o planejamento e as avaliações institucionais, e  cada tema elaborado em cada capítulo. Além disso, apresenta autores após cada capítulo, fazendo uma análise de seus estudos sobre educação e indicando ao leitor a leitura de livros desses autores. Podemos citar, por exemplo, o livro Discutindo a Gestão de Ensino Básico da autora Mirza Laranja, onde Araújo (2009, p.27) esclarece que Mirza faz uma “reflexão crítica e profunda sobre a gestão de ensino básico, discutindo o caráter empresarial e a importância dos lideres e estudantes”. Depois as referências utilizadas para a elaboração da obra e por fim  deixa um espaço para anotações para o leitor do presente livro.
            Interessante percebermos que a educação tem uma funcionalidade e um direcionamento, onde o gestor escolar é peça fundante na escola. Infelizmente presenciamos a realidade da educação brasileira, com gestores ainda pouco qualificados para um bom desenvolvimento educacional. A autora por sua vez sempre questiona, fundamenta seus argumentos e coloca que é necessário: uma escola que não apenas atenda aos meios capitalistas, mas saiba direcionar os seus alunos para uma educação que leve a criticidade e ao desenvolvimento social, assumindo uma forma política e de visão de mundo. Assim percebemos que não existe educação com neutralidade.




[1] Graduando em História pela Universidade Federal do Piauí- UFPI, Campus Senador Helvídio Nunes de Barros, Picos – PI. Graduado em Licenciatura em Filosofia pelo Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí – ICESPI, Teresina Piauí. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Afinal, o que é Politica? - Filosofando 3º ano do Ensino Médio




Por : Alana Moura
Andressa Mendonça
Jaciane Gonçalves
Nayara Gonçalves
Tácila Raiane
Vera Lúcia


          No geral, não é fácil falar de política, uma vez que a maioria da população não gosta ou não se interessa por esse assunto. Já dizia Platão: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam”.
         Mas o que é mesmo política? Segundo o dicionário, encontramos as seguintes definições: 1 – Conjunto de fenômenos e das práticas relativas ao estado ou a uma sociedade; 2 – Arte e Ciência de bem governar, de cuidar de negócios públicos; 3 – Qualquer modalidade de exercício da política; 4 – Habilidade no trato das relações humanas; 5 – Modo acertado de conduzir uma negociação estratégica.
         Assim, política não se resume a política partidária ou a eleições. Somos seres políticos e a praticamos no tempo e na história, quando entre outras coisas, lutamos por nossos direitos, ensinamos algo a alguém, quando conversamos, expomos nossa opinião, somos voluntários e principalmente quando exercemos nosso poder através do voto.
         A política foi criada pelos gregos e romanos e tem como finalidade, em sua origem, a vida feliz. E, antigamente estava diretamente associada a religião; as teorias medievais teocráticas afirmavam que o poder pertence apenas a Deus, que o concede a alguém ou ainda que a origem do poder está na natureza social do homem, mais seu fundamento último encontra-se na Lei Divina. Já as teorias renascentistas procuram evitar a ideia de que o poder seria uma graça, um favor divino. No entanto, embora recusem a teoria cristã de que o poder político só e legitimo se for justo. Nicolau Maquiavel, em 1513, escreve a obra inaugural da filosofia política moderna, O Príncipe, que muda os conceitos do poder e a figura do governante. Obra no qual inspira ainda nos dias atuais;
         Em um trecho da obra o Príncipe, Maquiavel afirma: “Não é necessário a um príncipe possuir todas as qualidades, mas é preciso parecer ser piedoso, fiel, humano e integro”. Nós concordamos em parte, pois, segundo ele um bom Príncipe (governante) precisa ser bom, mas também precisa ser mal quando tem que ser, porem discordamos quando ele sugere a famosa expressão: “Os fins justificam os meios” (provavelmente não foi Maquiavel quem escreveu essa frase, contudo por muitos anos foi associada ao mesmo), significando que não importa o que o governante faça em seus domínios, desde que seja para manter-se no poder. Embora descordando, sabemos que muitos políticos atuais utilizam desse princípio maquiavélico.
         No cenário brasileiro, a política governamental passou por diversas transformações, foram vários períodos históricos, nos quais podemos citar, o Período Democrático que teve início no ano de 1946, no qual houve eleições gerais no país e a sociedade viveu um período de grande efervescência político-cultural. Fato que marcou esse período foi a volta de Getúlio Vargas a presidência. Um dos governantes mais admirados pelos cidadãos brasileiros.
         Em 1964 teve início a ditadura militar, expressão atribuída a esse período histórico no Brasil. Forma de governo em que o poder político era efetivamente controlado por militares, os direitos civis foram daqueles que se mostravam contra este regime suprimidos e reprimidos. E, o período democrático atual, em nossos dias, temos a cidadania como palavra que traduz ás aspirações dos brasileiros por uma vida digna e feliz. Porém uma triste realidade são os grandes escândalos na política, com tamanha corrupção, o que tem sido uma situação constante desde que o Brasil era uma simples colônia. Isso, em sua maioria só ocorre porque falta-nos o poder de mobilização e indignação, afinal, quem manda neste pais é o povo brasileiro, ou as elites capitalistas? Cabe aos ocupantes dos cargos públicos nos representar e, sobretudo, nos respeitar.
         Voltando-se para a pequena cidade de Geminiano PI, vivemos uma forma distorcida de política. Tendo em vista que a política que almeja a felicidade está em tudo, na escola existe um Projeto Político Pedagógico, a feira cultural é uma ideologia política, que infelizmente nesse ano de 2015 foi executada no mesmo período do ENEM, levando os estudos voltados para o mesmo em prejuízo, o Natal solidário é uma ideologia política que carrega boas intenções, contudo para o filósofo é necessário sair das aparências em busca das essências, descobrindo as ideias políticas, religiosas por trás de um evento que parece ser de caridade. Mas caridade só uma vez por ano? Depois os famintos somem? Como assim? E por que na escola? São inquietações que nos deixam perplexos com a capacidade de aceitação e naturalização de eventos que surgem.
         Mas nos direcionando a política de Geminiano como sistema de cargos, percebemos que a “política limpa” apresentada nos primeiros anos, tornou-se uma imensa corrupção, praticada pelo atual representante administrativo (ou o tio do mesmo, na verdade não sabemos de fato quem é o prefeito, pois temos o eleito por votos que seria o de direito, e o de fato que é aquele que está por trás nas jogadas políticas). O descaso com a população e com a comunidade, tornou-se um dos pontos fortes de sua administração. Com isso, a pergunta central que hoje se passa pela cabeça da população: Cadê o prefeito daqui? Os mais irônicos com sentido filosóficos até questionam da seguinte maneira: Será que o prefeito foi abduzido por alienígenas? E o que nos causa indignação é o fato que ele não reside na cidade de Geminiano-PI, morando por sua vez na capital do estado do Piauí, em Teresina que fica há aproximadamente 330 quilômetros de Geminiano-PI. O administrador não consegue suprir as necessidades do povo e não cumpriu com suas propostas, feitas em campanha eleitoral. Falta uma investigação rigorosa para saber onde está sendo aplicado todo o dinheiro público vindo para a cidade de Geminiano. A política governamental só será melhorada no dia em que os interesses particulares dos governantes forem substituídos pelos interesses de todos os cidadãos. Concordamos plenamente com o filosofo grego Aristóteles quando afirma que: “a política não deveria ser a arte de dominar, mas sim a arte de fazer justiça”.

Referências:
COLTRIM, Gilberto. História Global 3 Brasil e Geral. Editora Saraiva. 2ªed: São Paulo,2013.
CHAUÍ, Marilena. Iniciação a Filosofia. Editora Ática. 2ªed: São Paulo,2014.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Editora Globo, 1998.        

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Afinal, o que entendemos por Ciência? - Filosofando - 3º ano do Ensino Médio




Por: Alexandra Meneses
                Ariadne Moura
                Bárbara Moura
                José Wagner
                Ruan Moura
                Taís Lopes

         A ciência na história existe em varias concepções que podem existir numa mesma época mesmo que uma sempre prevaleça mais que a outra. Na ciência a concepção racionalista afirma que a ciência é o conhecimento racional e demonstrativo como por exemplo a matemática. Onde seria capaz de provar a verdade necessária, resultados, sem deixar duvidas, ou seja, uma verdade exata como a matemática. O objetivo da ciência é matemático, pois nossa realidade tem uma estrutura comparada a ela. Já a concepção empirista afirma que a ciência é uma interpretação do que vimos, em fatos baseados em experiências que no final podemos definir a definição do objeto observado e seu modo de funcionamento. E por fim, a concepção construtivista onde a ciência é uma construção de modelos explicativos para a realidade em que vivemos e não uma simples demonstração da mesma, essa concepção que quer uma explicação para tudo que vivemos em nossa volta.
         A ciência por sua vez aborda vários temas, alguns deles nos provocam duvidas, como por exemplo, como surgiu a agua na Terra?.
         Segundo a ciência atribui-se a diversas teorias. Uma delas teria sido que a Terra teria sido formada junto com a água oou no interior dela expedida pelos vulcões em forma de vapor ao longo de bilhões de anos. Mas a explicação mais aceita atualmente defende que cometas e asteroides – que tem água na sua constituição – bombardearam nosso planeta e deixaram esse elemento na sua superfície. O acumulo se configurou com o passar do tempo e após uma grande sequencia de episódios. A água que compe os cometas e asteroides, por sua vez, surgiu da combinação do hidrogênio e oxigênio presentes no universo.
         Segundo a explicação bíblica, no segundo dia Deus criou o céu: Ele fez a água e separou as águas de cima e de baixo. Assim, a Bíblia Sagrada explica como foi que Deus criou o universo, mas não explica qual tipo de matéria prima ele usou para criar a água. Já que a Bíblia não explica nos mínimos detalhes cabe a nós seres humanos encontrarmos a solução.
         Diante de tudo que é dito pela ciência e pela religião, nós devido a tantas teorias acreditamos que o mundo foi criado por Deus e o surgimento da água também foi feito por este, porem a ideia de ciência seja mais convincente e contem mais argumentos convincentes que provam a real existência da mesma.
         A ciência tem um ponto de vista bastante diferente da religião sobre a criação do mundo. Ela afirma que a criação do mntundo foi gerado da teoria do Big Bang, cujo o planeta surgiu de uma grande explosão. Por outro lado, a religião afirma que o universo foi criado por Deus, onde segundo a Bíblia:
1.   No Primeiro dia Deus criou o Céu e a Terra: Ele fez a lua e separou dia e noite;
2.   No Segundo dia Deus criou o céu: Ele fez a água e separou as águas das águas de cima e de baixo;
3.   No Terceiro dia Deus fez a Terra e os vegetais;
4.   No quarto dia fez o sol e a lua;
5.   No quinto dia fez os animais;
6.   No sexto dia fez o homem;
7.   No sétimo dia descansou;
Acreditamos que a ciência está errada pelo fato que o univereso surgiu de uma explosão, parece absurda, pois para haver uma explosão é necessária a existência de uma bomba com grande poder de destruição em massa o que seria impossível pois para haver a criação de uma bomba necessitaria de uma tecnologia de ponta, que cremos que seria impossível.
A ciência tem passado por uma sserie de transformações ao longo do tempo. Entre elas as varias diferenças, devemos mencionar uma, talvez a mais profunda: a ciência antiga era uma ciência teorética, ou seja, apenas os seres naturais, sem jamais imaginar intervir neles ou sobre eles por muito tecnincos; já a ciência clássica visa não só ao conhecimento teórico, mais sobre tudo á aplicação prática e técnica. Francis Bacon dizia que “ saber é poder” e Descartes escreveu que “ a ciência deve tornar-nos senhores da natureza”.
Por meio disso é evidente as transformações da ciência, nós acreditamos que com essas transformações e evoluções a ciência moderna tenha se tornado melhor como por exemplo, na medicina que usa alguns elementos naturais para curar doenças, criando remédios usando assim a natureza ao nosso favor, diferentemente da ciência antiga que era mais teorética e apenas contemplava a natureza e seres naturais sem imaginar intervir nele ou sobre eles por meios técnicos.
A filosofia e a ciência ambas estão em busca de explicar e compreender o mundo, só que a ciência busca resolver problemas com experimentos enquanto a filosofa busca de modo geral e racional explicar seu conhecimento pela razão, mas a ciência também procura no dia a dia essas respostas e não somente usando a própria ciência mais podendo diversificar em diferentes áreas como por exemplo na I Feira  de Ciências realizada no Colégio Pedro Evangelista Caminha na cidade de Geminiano Piauí onde a mesma usou da matemática, biologia, física entre outras matérias para se ter a busca do conhecimento cientifico. Infelizmente essa feira só deixou a desejar pois foi realizada no período do ENEM, causando assim, dificuldades para a preparação da prova do mesmo.
Segundo David Hume, que levou o empirismo, isto é, a ideia de que todo conhecimento tem origem na experiência, acreditamos que realmente sem vivenciar não há conhecimento mas da mesma forma que nada garante que ocorrerá o mesmo fato no dia seguinte ou alguns anos depois.
Concluímos que o papel da ciência não é de dizer que a filosofia está errada pela sua forma de buscar a verdade sem ter experimentos e experiências buscando suas verdades pela razão e pensamento mas a ciência busca verificar se suas próprias conclusões estão verdadeiras, assim podendo chegar a própria verdade, onde a filosofia é de fundamental importância onde questiona sempre os métodos científicos, fortalecendo assim os argumentos em busca da verdade cientifica.

Referências
Chauí, Marilena. Iniciação a Filosofia:Ensino Médio, volume único.2-ed.São Paulo. Ática,2014.





Afinal, o que entendemos por Ética – Filosofando - 3º ano do Ensino Médio





Por: Eliane de Sousa
Gêslyene Santos
Leticia Marta
Marli Bezerra

         Moral deriva do latim mos, moris enquanto ética origina-se do grego éthos. Moral e Ètica refere-se ao conjunto de costumes de uma sociedade, considerando como valores e obrigações, par a seus membros. No entanto, há na língua grega outra palavra que, ao ser transliterada para o português, se escreve da mesma maneira que a palavra onde significa costume ( Ethos).
         Exemplos de senso moral e da consciência moral pode ser referidos a valores como justiça, honradez, espirito de sacrifício, integridade e generosidade, sentimentos que provocados por esses valores ( admiriação, vergonha, culpa, remorsos, contentamento, cólera, amor, duvida, medo). Tais decisões que trazem consequência para nós e para os outros. Os sentimentos e as ações nascidos de uma opção entre o bom e o mau ou entre o bem e o mal, também se refere á algo mais profundo e subtendido, nosso desejo de afastr a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade.
         Sócrates, perguntava aos atenienses o que eram os valores pelas quais se orientavao o agir. Não apenas qual o sentido de seus costumes estabelecidos, éticos e morais, mas também, quais as disposições de caráter que são caracteristcas pessoais, atitudes e consultas, ou seja, a forma de agir de cada um. Suas questões instauraram a ética como parte da filosofia porque definem o campo no qual valores e abraços podem ser estabelecidos.
Portanto, Sócrates deu inicio a filosofia moral, ao declarar que: “ Nosso caráter é o resultado de nossa conduta”.  Acreditamos que cada sociedade institui, uma moral valida para todos que integram a mesma dependendo de cada cultura, ou seja, podendo ter diferentes costumes e valores; como por exemplo, nosso município de Geminiano no Piauí, onde temos nossa cultura que é diversificada e herdada através dos povos mais antigos, e que até hoje são transmitidos e formam uma base ou estrutura pra a sociedade atual, apesar de ocorrer algumas mudanças de hábitos pela população mais recente.
Devemos a Aristóteles a definição do campo das ações éticas. Estas não são definidas pela virtude, pelo bem e pela obrigação, mas também pertencem aquela esfera da realidade na qual cabem a deliberação, a decisão ou a escolha.
Deliberamos e decidimos sobre o possível, sobre aquilo que pode ser ou deixar de ser, porque, para ser e acontecer depende de nós, de nossa vontade e de nossa ação. Assim, por exemplo, só estudo e vamos para a escola estudar filosofia se quisermos, claro correndo o perigo de ficarmos reprovados ou não na disciplina. Não deliberamos, nem decidimos sobre tudo aquilo que, para ser e acontecer, depende de nossa vontade, de nossas ações e de nossa decisão.
Na visão de Aristóteles há uma distinção central em todas as formulações da ética: a diferença entre o que é por vontade. O necessário é por natureza. E o possível por vontade.
A vontade difere do desejo por possuir três características:
1.   O ato voluntário implica um esforço para vencer obstáculos. Estes podem ser materiais, físicos ou psíquicos;
2.   O ato voluntário exige discernimento e reflexão antes de agir. A vontade pesa, compara, avalia, discute, julga e decide antes da ação;
3.   A vontade refere-se ao possível, isto é, ao que se torna real ou acontece graças ao ato voluntario, no qual os fins e a previsão das consequências são levados em conta.
Já o desejo nasce da imaginação. O desejo não suporta o tempo, que a satisfação e o prazer imediatos. A vontade é ao contrário, realiza-se no tempo. A vontade cabe a educação moral do desejo.
Consciência, desejo e vontade formam o campo da vida ética, consciência e desejo referem-se as nossas intenções e motivações: vontade, as nossas ações e finalidades. Em nossa opinião, estão relacionados ao que quero, posso e de desejo; pois nem tudo o que queremos podemos, nem tudo o podemos, devemos, e nem tudo o que devemos, queremos.
Na sociedade em que vivemos tais valores estão sendo escassos. Na realidade de nossa cidade em Geminiano Piauí, não possuímos nenhuma opção de lazer, temos apenas bares, tornando a vontade e o desejo de alguns ligados á bebidas alcoólicas e a sexualidade exacerbada, o que faz muitos perderem a moral, deixando-se levar ou serem controlados pelos seus desejos. Aqui acreditamos o quão a filosofia é importante para pensarmos sobre isso, falta agora depois da tomada de consciência agirmos.
A concepção cristã introduz uma nova ideia na moral; á ideia do dever, isto é, a ideia de que a virtude é a obrigação de cumprir o que é ordenado pela lei divina.
Assim, como para guiar-se no espaço, é instruído quatros pontos cardeais, também, a lei define quatro virtudes cardeais que devem guiar nossos passos no mundo moral: coragem, justiça, esperança e prudência.
Como a concepção do ato moral como cumprimento voluntário do dever, isto é, como obrigação de obediência voluntaria as leis divinas, ou aos mandamentos a distinção entre três tipos fundamentais de conduta:
1.   A conduta moral ou ética, que se realiza de acordo com as normas e as regras impostas pelo dever;
2.   A conduta imoral ou antiética, que se realiza contrariando as normas e as regras fixadas pelo dever;
3.   A contudta indiferente a moral, quando agimos em situações que não são definidas pelo bem e pelo mal, e nas quais não se impõe as normas ás regras do dever;
A religião predominante em nossa região de Geminiano Piauí, é o cristianismo, no qual temos por base o roteiro espiritual a Bíblia Sagrada que é composta por meio da revelação aos profetas ( Antigo Testamento) e de Jesus Cristo ( Novo Testamento).
O cristianismo nasce como religião não por pertencimento a uma nação ou estado, mas sim por crer em confiar num único supremo Deus.
Em nosso município temos varias realizações cristãs como cultos, missas, cruzadas evangélicas e trabalhos sociais. Procurando ter comunhão com Deus e com as pessoas.
Nessa religião é considerado que a própria vontade está pervertida pelo pecado, sendo preciso o auxilio para nos tornarmos morais, de acordo com o cristianismo. Esse auxilio é trazido pela lei divina revelada ou pelos momentos diretamente ordenados por Deus aos homens, que devem ser obedecidos obrigatoriamente, sem exceção. Portanto, aprendemos que a filosofia lança uma reflexão sobre a moral de cada sociedade e a ética tem por função lançar uma reflexão sobre a moral.

Referências

Chauí, Marilena. Iniciação a Filosofia: ensino médio, volume único. Editora Ática, São Paulo, 2004.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Qual o sentido do Natal?

O filósofo esclarece qual o significado do Natal, estabelecendo uma nova forma de pensar sobre essa festividade tão importante que é celebrada todos os anos.