Orgulhosamente apresentamos a 16ª edição do Jornal O Corujinha. Para acessá-lo basta clicar em Jornal O Corujinha - 16ª edição - Julho 2019 e boa leitura. Nos encontramos na próxima edição. Até lá!
Este blog tem como proposta socializar a dinâmica educacional vivenciada por alunos e professores da Escola Estadual Pedro Evangelista Caminha localizada na cidade de Geminiano - PI.
domingo, 30 de junho de 2019
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Jornal O Corujinha 15ª Edição - Junho 2019
Orgulhosamente apresentamos a 15ª edição do Jornal O Corujinha. Para acessá-lo basta clicar em Jornal O Corujinha 15ª edição - Junho 2019 e boa leitura. Nos encontramos na próxima edição. Até lá!
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Jornal O Corujinha - Maio de 2019
Orgulhosamente apresentamos a edição do Jornal Escolar - Maio / 2019. Não perca! Basta clicar em Jornal O Corujinha - Maio 2019 e boa leitura! Caro leitor até a próxima edição!
terça-feira, 2 de abril de 2019
Jornal O Corujinha Abril de 2019
Orgulhosamente apresentamos a edição do Jornal Escolar - Abril / 2019. Não perca! Basta clicar Jornal O Corujinha 2019 e boa leitura! Caro leitor até a próxima edição!

segunda-feira, 4 de março de 2019
Jornal O Corujinha - Fev./Mar. 2019
Orgulhosamente apresentamos a edição do Jornal Escolar - fev./mar. 2019. Não perca! Basta clicar em Jornal O Corujinha fev. /mar. 2019 e boa leitura! Caro leitor até a próxima edição!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
O que fazer quando nos deparamos com um texto difícil?
Prof. Ricardo de Moura Borges.
Os textos são formas de expressar o mundo em que vivemos. Muitos escritos são apaixonantes, pois cativam o leitor na primeira lida, desde os títulos que chamam a atenção. Em tempos hodiernos presenciamos uma grande disseminação de livros entre todos os meios da população. Vemos revistas de jornais com uma grande soma de livros, e ainda podemos baixar em nossos dispositivos eletrônicos muitos livros digitais, ou mesmo fazer compras pela internet. Mas podemos afirmar que comprar livros significa que estamos lendo mais? E que os livros disseminados em sua grande maioria produzem um conhecimento consistente?
Percebemos que estamos envoltos em um mundo de frases feitas, de frases disseminadas, que quando chegamos perto e partimos para uma discussão mais sólida, muito se pulveriza no ar. Entendemos que o meio midiático produz e seduz as massas para a compra de livros de leituras fáceis que ajudam o leitor a entender o pensamento o mais rápido possível, apresentando fórmulas milagrosas para os problemas existências.
E quando chegamos na acadêmia, quer seja nos cursos de graduação ou pós graduação, nos deparamos com textos diferentes daqueles apresentados ao nosso cotidiano. Autores que nunca ouvimos falar e agora se fazem presentes na realidade universitária. O que fazer? Abandonar os prolegômenos kantianos? Jogar fora os livros de Eric Hobsbaw ? Nos enclausurarmos nas leituras fáceis apresentadas pelo jogo de mercado?
Pensamos que a melhor saída é buscar o conhecimento, e para atingi-lo, devemos buscar constantemente os caminhos metodológicos para tal. Orgulhar-se de passar uma manhã e tarde de um dia qualquer em apenas poucas páginas de autores consagrados, e perceber que nosso cérebro aos poucos está processando determinado conhecimento e produzindo questionamentos sobre determinado texto. Mas, em uma sociedade imediatista, onde o tempo encurtou-se devido as inúmeras atividades corriqueiras, isso é possível?
Tudo é questão de prioridades, pois fazemos o nosso próprio tempo. Ao sentar-se numa cadeira para estudar determinado conteúdo, percebemos que passamos alguns minutos inquietos, procurando uma borracha, indo ao banheiro, ou tomando um copo de água. E quando nos damos conta, já tem passado uns vinte minutos, ou mais, até que nos adaptamos a abrir aquele livro que de início nos apresenta como enfadonho, cheio de palavras desconhecidas. Com a ajuda do dicionário, vamos procurando o significado dessas palavras, e percebemos que é necessário um dicionário especifico para o assunto estudado.
Depois vem o momento de loucura. Que é quando começamos a conversar com nós mesmos, como se o autor estivesse ali presente, iniciamos um diálogo com nossos pensamentos. Parece que nosso cérebro está inchado de conhecimento. E começamos a pensar: o conhecimento não tem massa, nem peso. Por que isso acontece? E ao final do dia percebemos que foi proveitoso o diálogo com aquele texto complexo, e que precisamos reler mais e mais, para extrairmos conhecimentos que até então não havíamos percebido.
Daí, percebemos que somos como o filósofo Sócrates, que ao reconhecer a própria ignorância foi reconhecido como sábio. De tal forma reconhecemos o quanto não sabemos, e o quanto precisamos buscar constantemente, mergulhar no oceano de conhecimento trazido pelos livros densos e provocantes. A leitura proporciona encantamento e abre o horizontes para novas perspectivas. Uma boa leitura, feita de forma profunda e acurada provoca estranhamento e possibilidades para novas produções em relação ao cotidiano. Dessa forma, Heráclito (filósofo grego), estava certo ao afirmar que tudo fluí, pois não somos mais o mesmos de ontem, a cada livro lido, a cada experiência de mundo vividas mudamos o nosso olhar e transformamos as nossas perspectivas.
Concluímos caro leitor, fazendo um convite para que possamos em 2019 disponibilizar e problematizar o conhecimento que nos é apresentado. Boa leitura e até as próximas edições.
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Lista de Livros que li no ano de 2018
Lista de Livros que li no ano de 2018
Professor Ricardo de Moura Borges.
1 - CALAINHO,
Daniela Buono. História Medieval do
Ocidente. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. 124 p.
Início da
Leitura:
01/01/2018
Término da
Leitura:
07/01/2018
2
- MICELI, Paulo. História Moderna.
São Paulo: Contexto, 2016. 157p.
Início da Leitura: 08/01/2018
Término da Leitura: 14/01/2018
3
– MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São
Paulo: Pé da Letra, 2010. 126p.
Início da Leitura: 14/01/2018
Término da Leitura: 21/01/2018
4 –
BOTELHO, José Francisco. A Odisséia da Filosofia:
Uma Breve História da Filosofia. São Paulo: Abril, 2015. p. 251.
Início da Leitura: 22/01/2018
Término da Leitura: 26/01/2018
5
– REZENDE, Antônio ( Org). Curso de
Filosofia: para Professores e alunos do curso de segundo grau e de
graduação. 13ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. p. 311.
Início da Leitura: 27/01/2018
Término da Leitura: 04/01/2018
6
– RODRIGUES, Edile Maria Fracaro.
Fundamentando Pedagogicamente o Ensino Religioso. Curitiba: InterSaberes,
2013. p. 173.
Início da
Leitura: 05/
02/ 2018.
Término da
Leitura: 11/02/2018.
7 – ORWELL,
George. A Revolução dos Bichos. São
Paulo: Globo, 2000. p. 118.
Início da
Leitura: 12/02/2018.
Término da
Leitura: 17/02/2018
8 – FORTES, Luís
Roberto Salinas. O Iluminismo e os Reis
Filósofos. São Paulo: Brasiliense,2004. 92 p.
Início da
Leitura: 01/03/2018.
Término da
Leitura: 02/03/2018.
9 – ZORZI, Analisa. Metodologia do ensino em Ciências Sociais.
Curitiba: InterSaberes, 2013. 115 p.
Início da
Leitura: 04/03/2018.
Término da
Leitura: 20/03/2018.
10
– Weisheimer, Nilson [et all]. Sociologia
da Juventude. Curitiba: InterSaberes, 2013. 202 p.
Início da Leitura: 23/04/2018.
Término da Leitura: 28/04/2018.
11- WEBER,
Max (1864-1920). A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. 11ªed.
São Paulo: Pioneira, 1995
Início da Leitura: 03/05/2018
Término da Leitura: 12/05/2018
12- RODRIGUES,
Antônia Zeneide. Redes Sociais e Novas
Sociabilidades: os usos do Facebook por Jovens de Forquilha – CE. Natal:
Caravela Cultural, 2016. 150 p.
Inicio
da Leitura: 13/05/ 2018
Término da Leitura: 20/05/2018
13 – HAGUETTE,
Teresa Maria Frota. Metodologias
qualitativas na Sociologia. 12ªed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. 223 p.
Início da Leitura: 22/05/2018;
Término da Leitura: 03/06/2018;
14 –
KIELING, Francisco dos Santos ( et all). Ciências
Sociais nas Organizações. Curitiba: InterSaberes, 2013. 134 p.
Início da Leitura: 01/07/2018;
Término da Leitura: 31/07/2018;
Feliz PEC 2019
Que o ano de 2019 seja de muitas produções acadêmicas entre todos os agentes que compõe a Escola Pedro Evangelista Caminha - Geminiano - PI.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Jornal O Corujinha - Dezembro 2018
Orgulhosamente apresentamos a edição do Jornal Escolar - setembro 2018. Não perca! Basta clicar em Jornal O Corujinha - Dezembro 2018 e boa leitura! Caro leitor até a próxima edição!
domingo, 9 de dezembro de 2018
Por uma Sociologia que proporciona sentido a existência
Por: Prof. Esp. Ricardo de Moura Borges.
Este texto descritivo procura direcionar o leitor a percepção de como o saber escolar/acadêmico está presente na vida cotidiana de um jovem professor de filosofia. Portanto, encontrei essa forma de relatar os principais acontecimentos do ano de 2018, para fazer entender que a vida escolar/ acadêmica está unida aos nossos sonhos, projetos e objetivos que traçamos em nosso caminhar.
Ao colocar vida escolar/acadêmica procuro traçar um olhar que resgata o estudante que fui no ensino fundamental e no ensino médio juntamente com o estudante da academia que sou no presente momento associando as pequenas experiências de professor que estou adquirindo desde o ano de 2015.
E foi justamente em 2015, ao passar no concurso para professor celetista do estado do Piauí, onde fui designado a ministrar aulas de sociologia que despertei o primeiro interesse de forma mais intensa pela disciplina. Nesse período ainda estava na formação no curso de História da Universidade Federal do Piauí, no campus de Picos, e ao ter contato com o livro de sociologia e com a realidade do alunado da escola pública, percebi o quanto deveria estudar cada vez mais para trazer esse conhecimento a uma realidade mais acessível.
Debrucei-me sobre o livro didático ao quando li da capa até a contra capa do livro, e confesso que muitos dos temas da sociologia se tornavam distantes da minha formação acadêmica quer no campo da História, quer no campo da Filosofia, onde estava prestes a me formar nos finais do ano de 2015. Mesmo recebendo um salário não condizente com a atividade de professor ( tendo em vista que um professor celetista ganha bem menos que um professor efetivo do estado), não pensei duas vezes, e comecei a procurar uma forma de ampliar os conhecimentos no campo da Sociologia.
Com os primeiros quatro meses de professor, preparando a formatura em História no ano de 2016 e após concluí-la, ingressei no mês de agosto de 2016 no curso de Licenciatura em Sociologia ofertado pela UNINTER, um curso EaD, que está me proporcionando uma formação mais ampla, tendo em vista que cada área do conhecimento possui sua especificidade, seu linguajar, ou seja, seu ethos, termo que usamos na filosofia para entender a casa, morada específica.
Nessa experiência quebrei o preconceito que antes tinha, por cursar presencialmente o curso de História, via o curso EaD, como de pouca qualidade, mas depois percebi que se não houvesse engajamento em leituras e estudos, discussões e na realização das avaliações em pouco tempo seria reprovado no curso. Então, montei a estratégia de ler completamente os livros da graduação e fazer resenhas e disponibilizá-las neste blog com a finalidade de difundir o conhecimento, pois como dizem os antigos latinos: "a repetição é a mãe dos estudos". Não me refiro a repetição vaga e sem sentido, mas aquela da qual internalizamos o conhecimento, e temos a necessidade de comunicar com o mundo o que foi aprendido. Isso me ajudou muito nas avaliações da universidade quer seja presencial ou EaD, salientando que a universidade EaD particular ao proporcionar os livros físicos, nos fornecem instrumentos que podemos trabalhar no futuro em nossas profissões, no meu caso, já os trabalho em sala de aula, quando existem temas pertinentes ou correlatos aqueles que são trabalhados em sala de aula.
Nessa experiência quebrei o preconceito que antes tinha, por cursar presencialmente o curso de História, via o curso EaD, como de pouca qualidade, mas depois percebi que se não houvesse engajamento em leituras e estudos, discussões e na realização das avaliações em pouco tempo seria reprovado no curso. Então, montei a estratégia de ler completamente os livros da graduação e fazer resenhas e disponibilizá-las neste blog com a finalidade de difundir o conhecimento, pois como dizem os antigos latinos: "a repetição é a mãe dos estudos". Não me refiro a repetição vaga e sem sentido, mas aquela da qual internalizamos o conhecimento, e temos a necessidade de comunicar com o mundo o que foi aprendido. Isso me ajudou muito nas avaliações da universidade quer seja presencial ou EaD, salientando que a universidade EaD particular ao proporcionar os livros físicos, nos fornecem instrumentos que podemos trabalhar no futuro em nossas profissões, no meu caso, já os trabalho em sala de aula, quando existem temas pertinentes ou correlatos aqueles que são trabalhados em sala de aula.
No ano de 2017 houve a escolha do livro didático, do quando o mesmo livro que havia escolhido para ser adotado na escola, NÃO foi adotado nas escola que trabalho, o que de início me causou uma pequena indignação e reflexão ao entender o jogo mercadológico, ou seja, social que existe para a distribuição dos livros didáticos. E lá fui novamente a me debruçar sobre os conteúdos, formas, metodologias do livro didático atual. Isso me fez perceber que os temas do livro didático mudam no decorrer das trocas do livro, a sociologia como disciplina recente ainda passa por um processo de consolidação e discussão para a permanência da mesma no ensino médio.
Mas o desafio realmente começou no campo da sociologia quando adentrei no Mestrado Profissional em Sociologia do qual obtive a aprovação no início deste ano. Como a aprovação ocorreu pós período letivo, não houve a possibilidade de reorganização dos dias de trabalho que ficaram distribuídos nas terça-feiras e quinta-ferias de cada semana. Os dias do mestrado inicialmente no primeiro período se deram de quarta até a sexta, o que me levou a pagar uma professora substituta para ficar nos dias referentes a quinta-feira ( um absurdo se pensarmos com o olhar econômico apenas, onde o professor celetista que ganha menos de um salário mínimo agora além de arcar com as despesas das viagens, deveria justamente pagar a outrem para substituí-lo). Mas foi isso que aconteceu até o presente momento enquanto escrevo este breve texto.
Contudo, vale ressaltar as alegrias e vitórias proporcionadas no decorrer do ano de 2018, tais como a consolidação da formação acadêmica a partir dos desafios, e a constante busca pelo conhecimento de mundo, demonstrando que não ensinamos os nossos alunos para a vida, pois a própria vida se faz cotidianamente no espaço escolar, e para nós professores a escola é o melhor lugar, ou seja, é o nosso laboratório vivo experimentamos o cotidiano.
Desse laboratório surgiu no início de 2018 O Jornal O Corujinha que foi uma proposta de cunho sociológico e filosófico de fazer presente o pensamento dos agentes escolares, professores, alunos, merendeiras, vigias, enfim, todos que proporcionam conhecimento, fazendo perceber que o livro didático é apenas um instrumento, que deve ser lido, criticado, apreciado e reformulado, pois as pessoas que compõe a escola são produtoras de conhecimento.
Cada ano letivo com suas aventuras e desventuras, e justamente em 2018 é um ano de comemoração, mesmo sabendo que a luta continua a cada dia, pois no próximo ano é que vem a qualificação do mestrado e a conclusão da graduação em sociologia. Mas é perceber que as vitórias são feitas a partir de pequenas lutas que são dadas no cotidiano. Já no segundo semestre do mestrado a percepção ampliou-se por causa dos textos lidos, das viagens feitas, dos amigos que se fizeram presentes e dos desafios que foram enfrentados com amor e confiança.
Penso que o Jornal O Corujinha foi um instrumento que fomentou o conhecimento, onde muitos escritores passaram a se reconhecer no espaço escolar e ampliou o conhecimento sobre a sociologia, pois é uma disciplina que só tem vez e voz na sala de aula apenas uma vez por semana. O jorna escolar ampliou esses dias para a discussão sobre diversos temas tais como: desigualdade social, politica e meio social, sociedade de consumo, cultura, religião, economia e sociedade. Essa interdisciplinariedade, buscou nivelar uma hierarquia que em muitos momentos pode não ser positiva para a construção do conhecimento.
Iniciamos o ano publicando algumas resenhas de livros de cunho filosófico, sociológico e filosófico, justamente com o intuito de fomentar o gosto pela leitura e a disseminação do conhecimento, posteriormente com o lançamento do Jornal Escolar, muitos agentes escolares contribuíram com o conhecimento artístico com desenhos, também com indicações de livros e filmes e esperamos que o projeto Jornal O Corujinha continue e seja ampliado no próximo ano, referente a esse aspecto acrescentamos a parceria com o desenvolvedor do aplicativo Flávio Sarandy, do aplicativo SOCIOLOGIA XXI, gostou do projeto escolar e divulga as edições mensais no aplicativo que tem o mesmo nome: SOCIOLOGIA XXI.
Dessa forma, percebemos que quando estudamos determinado conteúdo por amor e dedicação, estes começam a dar frutos, sendo que o conhecimento extrapola das paredes da sala de aula, sendo que o aluno deixa de ser aluno ( palavra que vem do latim que significa sem luz), para se tornar estudante, ou seja, aquele que busca, que questiona, que produz conhecimento e interage com a escola, movendo também os " argumentos de autoridade", quer sejam aqueles diplomados como no meu caso, que fiquei inquieto, e continuo assim com vontade de buscar conhecer cada vez mais, reconhecendo sempre a nossa pequenez, ignorância como nos lembra muito bem o filósofo Sócrates, promovendo inovação no cotidiano de nossa existência.
Mas quando o senhor terminar o mestrado em Sociologia e a graduação nessa área é hora de se aquietar ? - foi o que perguntou um aluno do 2º ano do ensino médio em sala de aula. Parei, refleti e respondi: Uma alma inquieta nunca pode ficar parada, pois " uma vida sem busca não é digna de ser vivida", parafraseando mais uma vez o filósofo grego. Portanto, não me dirijo apenas a vida acadêmica, mas sim afirmando que sempre devemos atualizar, procurar e refletir sobre a produção de conhecimento. Um mestrado é importante sim, mas o que realmente faz o mestrado ter valor são as horas de sono perdidas ao tentar entender os textos dos sociólogos clássicos e contemporâneos, é a capacidade de análise e síntese para a produção de conhecimento, assim como me ocorreram nas graduações e como ocorre na graduação em sociologia. Espero sim, dar continuidade acadêmica, produzindo a partir da realidade da qual estou inserido, com meus limites intelectuais, demonstrando sempre a guarra e o desejo de superá-las.
Feliz festas de fim de ano caro leitor e até as próximas publicações!
Cada ano letivo com suas aventuras e desventuras, e justamente em 2018 é um ano de comemoração, mesmo sabendo que a luta continua a cada dia, pois no próximo ano é que vem a qualificação do mestrado e a conclusão da graduação em sociologia. Mas é perceber que as vitórias são feitas a partir de pequenas lutas que são dadas no cotidiano. Já no segundo semestre do mestrado a percepção ampliou-se por causa dos textos lidos, das viagens feitas, dos amigos que se fizeram presentes e dos desafios que foram enfrentados com amor e confiança.
Penso que o Jornal O Corujinha foi um instrumento que fomentou o conhecimento, onde muitos escritores passaram a se reconhecer no espaço escolar e ampliou o conhecimento sobre a sociologia, pois é uma disciplina que só tem vez e voz na sala de aula apenas uma vez por semana. O jorna escolar ampliou esses dias para a discussão sobre diversos temas tais como: desigualdade social, politica e meio social, sociedade de consumo, cultura, religião, economia e sociedade. Essa interdisciplinariedade, buscou nivelar uma hierarquia que em muitos momentos pode não ser positiva para a construção do conhecimento.
Iniciamos o ano publicando algumas resenhas de livros de cunho filosófico, sociológico e filosófico, justamente com o intuito de fomentar o gosto pela leitura e a disseminação do conhecimento, posteriormente com o lançamento do Jornal Escolar, muitos agentes escolares contribuíram com o conhecimento artístico com desenhos, também com indicações de livros e filmes e esperamos que o projeto Jornal O Corujinha continue e seja ampliado no próximo ano, referente a esse aspecto acrescentamos a parceria com o desenvolvedor do aplicativo Flávio Sarandy, do aplicativo SOCIOLOGIA XXI, gostou do projeto escolar e divulga as edições mensais no aplicativo que tem o mesmo nome: SOCIOLOGIA XXI.
Dessa forma, percebemos que quando estudamos determinado conteúdo por amor e dedicação, estes começam a dar frutos, sendo que o conhecimento extrapola das paredes da sala de aula, sendo que o aluno deixa de ser aluno ( palavra que vem do latim que significa sem luz), para se tornar estudante, ou seja, aquele que busca, que questiona, que produz conhecimento e interage com a escola, movendo também os " argumentos de autoridade", quer sejam aqueles diplomados como no meu caso, que fiquei inquieto, e continuo assim com vontade de buscar conhecer cada vez mais, reconhecendo sempre a nossa pequenez, ignorância como nos lembra muito bem o filósofo Sócrates, promovendo inovação no cotidiano de nossa existência.
Mas quando o senhor terminar o mestrado em Sociologia e a graduação nessa área é hora de se aquietar ? - foi o que perguntou um aluno do 2º ano do ensino médio em sala de aula. Parei, refleti e respondi: Uma alma inquieta nunca pode ficar parada, pois " uma vida sem busca não é digna de ser vivida", parafraseando mais uma vez o filósofo grego. Portanto, não me dirijo apenas a vida acadêmica, mas sim afirmando que sempre devemos atualizar, procurar e refletir sobre a produção de conhecimento. Um mestrado é importante sim, mas o que realmente faz o mestrado ter valor são as horas de sono perdidas ao tentar entender os textos dos sociólogos clássicos e contemporâneos, é a capacidade de análise e síntese para a produção de conhecimento, assim como me ocorreram nas graduações e como ocorre na graduação em sociologia. Espero sim, dar continuidade acadêmica, produzindo a partir da realidade da qual estou inserido, com meus limites intelectuais, demonstrando sempre a guarra e o desejo de superá-las.
Feliz festas de fim de ano caro leitor e até as próximas publicações!
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| Universidade Estadual do Vale do Acaraú - Mestrado em Sociologia |
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| Universidade Estadual do Vale do Acaraú |
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| Universidade Estadual do Vale do Acaraú |
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| Professor de Filosofia na Escola Estadual Pedro Evangelista Caminha - Geminiano - PI |
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| Igreja São Francisco - lugar onde fui acolhido para hospedagem para o Mestrado |
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| Refeitório do Convento São Francisco - Hospedagem para o Mestrado |
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| Professor de Filosofia - Convento São Francisco em Sobral - CE |
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| Aula do Mestrado em Sociologia |
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| aula do mestrado em sociologia |
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| Arco de Nossa Senhora em Sobral Ceará |
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| Sobral - CE |
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| Sobral - CE |
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| Colégio São Lucas - filosofia no ensino fundamental |
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| Igreja São Francisco no convento - Sobral Ceará |
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| Formação - Colégio São Lucas - Picos - PI |
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| Professor analisando a exposição do Trabalho de relato sobre o Jornal O Corujinha - Sobral - CE. |
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| Alunos do Mestrado em Sociologia |
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| Sala de computação da Universidade Estadual do Ceará |
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| Convento - Sobral - CE |
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| Biblioteca do Convento São Francisco em Sobral - CE |
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| Mural da Escola - Jornal O Corujinha |
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